1º dia - Salvador / Lençóis Saída às 8h da cidade de Salvador. Embarque em micro-ônibus especial para turismo com ar-condicionado para iniciar a viagem de 400 km para a cidade de Lençóis na Chapada Diamantina. Chegada a Lençóis no final da tarde e hospedagem. No início da noite, caminhada pelas principais ruas da cidade.
2º dia - Tour Serrano / Ribeirão do Meio Após o café da manhã saída para o Tour Serrano, um passeio pelo leito do Rio Lençóis - que cruza toda a cidade, onde vamos nos deparar: com os Caldeirões, várias banheiras esculpidas nas pedras pela corredeira do rio; com o Salão de Areias Coloridas, formado por enormes pedras porosas que abastecem os artesãos locais e finalizaremos com um gostoso banho na Cachoeirinha. À tarde, vamos conhecer o Ribeirão do Meio, onde nos deliciaremos como crianças em um tobogã natural formado pela própria queda d¿água. Retorno para o hotel no final da tarde. Noite livre.
3º dia - Poço do Diabo / Morro do Pai Inácio / Grutas da Pratinha / Lapa Doce Após o café da manhã saída para conhecer o Poço do Diabo - um dos melhores poços para banho da região com uma bela cachoeira formada pelo Rio Mucugezinho, onde os mais corajosos podem se aventurar no rapel e na tirolesa. Vamos prosseguir até o Morro do Pai Inácio - símbolo da Chapada Diamantina - de cujo topo se tem um visual incrível do Parque e suas principais formações, o que faz esquecer e compensa a subida de 300m. Continuação para a Gruta da Pratinha e vamos experimentar uma flutuação nas águas impressionantemente límpidas que produzem um reflexo prateado ao receber os raios do Sol. Finalizaremos com o passeio na Gruta Lapa Doce que nos proporcionará um impacto arrebatador pelas suas dimensões e pela diversificação das formações rochosas em seu interior. Retorno para o hotel no final da tarde e noite livre.
4º dia - Lençóis Dia livre em Lençóis. Sugere-se um passeio opcional para conhecer a famosa Cachoeira da Fumaça. É preciso bom preparo físico e muita disposição, mas o passeio é espetacular e inesquecível. Opções de passeios para este dia não faltam. Explore este paraíso.
5º dia - Lençóis Dia livre em Lençóis. Sugere-se um passeio opcional para conhecer a Cachoeira do Sossego, cuja piscina deliciosa formada pela queda d¿água é um troféu conquistado e merecido após uma caminhada de três horas. Para quem quer um passeio mais tranquilo sugere-se visitar a Oficina do Garimpeiro para conhecer o ofício da garimpagem.
6º dia - Lençóis / Poço Azul / Mucugê Após o café da manhã deixaremos Lençóis e partiremos para Mucugê. Durante a viagem visita à Toca do Morcego, excelente local para compra de artesanato. Continuação e vamos conhecer e mergulhar no Poço Azul, uma experiência singular e indescritível, ainda mais especial de julho a outubro, quando os raios do Sol deixam a água com tonalidades azuis e revelam formações rochosas incríveis, um espetáculo de cores e formas. No final da tarde continuaremos a viagem até Mucugê. Chegada e hospedagem. No início da noite realizaremos um passeio pelas ruas de Mucugê e vamos conhecer a Praça dos Garimpeiros e o Cemitério Bizantino.
7º dia - Projeto Sempre Viva / Cachoeira Do Tiburtino Após o café da manhã vamos visitar o Projeto Sempre Viva, criado para preservar a Sempre-Viva, flor típica da Chapada, ameaçada de extinção; o Museu Vivo do Garimpo - que conta a história da extração de diamantes na região e a Cachoeira do Tiburtino, para um refrescante banho após a caminhada. Retorno ao hotel no final da tarde. Noite livre.
8º - Mucugê / Salvador Após o café da manhã inicio da viagem de aproximadamente 550 km de Mucugê para Salvado, a bordo de nosso confortável micro-ônibus especial para turismo com ar-condicionado. Sugere-se aproveitar a viagem para trocar telefones e endereços e firmar as novas amizades. Desembarque em Salvador no final da tarde. Até a próxima descoberta!
O destino
Aqui tudo que reluzia era diamante!
A região da Chapada Diamantina começou a ser colonizada com a chegada de bandeiras e exploradores que estavam em busca de minerais descobertos na região. Em 1710 foi descoberto a presença de ouro no sul da Chapada Diamantina, aguçando ainda mais os desbravadores. Em 1844, foi a vez do diamante despertar a cobiça dos garimpeiros. Desde comerciantes até jesuítas vasculhavam a região do Rio Mucugê em busca de pedras valiosas. O patrimônio histórico conta a saga do garimpo em cada beco e nos casarões seculares das cidades de Lençóis, Rio de Contas, Andaraí, Mucugê e no minúsculo distrito serrano de Igatu, a cidade de pedras. A partir do século XIX, a região era dominada pelo coronelismo. Foram poucos os coronéis que dominaram a Chapada, mas esses conseguiram formar verdadeiros impérios e conquistar a confiança dos garimpeiros, que ganhavam abrigo em troca de serviços prestados a favor de seus respectivos coronéis. Um dos coronéis mais famosos foi Felisberto Augusto Sá, Felisverto Sá e Heliodoro de Paula Ribeiro.
Portas e janelas abertas para a cultura
A história e riqueza cultural da Chapada Diamantina pode ser percebida facilmente por uma volta pela região, principalmente pela cidade de Lençóis. Tombada pelo Patrimônio Histórico, Lençóis conserva viva a memória dos anos de exploração de garimpo e conta, por meio de suas ruas de pedra e as ruínas dos antigos casarões, ainda existentes, parte da História do Brasil. Os visitantes podem apreciar essas lembranças e sentir as tradições no convívio da população, aproximadamente 11 mil pessoas. Hoje em dia, a Chapada Diamantina tem como principal atividade o turismo, por ter lindas áreas ecológicas, como é o caso do Parque Nacional da Chapada.
Fonte:
Site Guia Chapada Diamantina - www.guiachapadadiamantina.com.br
Salvador - 425 km /
Rio de Janeiro - 1.537 km /
São Paulo - 1.850 km /
Feira de Santana - 310 km /
Calendário de Festas e Eventos
Abril
Lamentação das Almas
Na cidade de Xique-Xique há a procissão da Lamentação das Almas, onde as pessoas saemenroladas em lençóis, rezando e cantando pelas almas.
Semana Santa
Semana Santa, onde acontece a tradicional queima de Judas na praça pública de Lençóis.
Junho/Maio
Festa do Divino de Andaraí
Acontece logo depois da quarentena e nada mais é do que uma caminhada pela cidade com a bandeira do Divino.
Junho
Festa de São João
Uma das mais tradicionais acontece na cidade de Seabra, com a presença de um bumba-meu-boi.
Dezembro/Janeiro
Giro dos Grupos de Reis
Atrações
A Chapada Diamantina é um lugar deslumbrante que proporciona a todos os visitantes ótimos passeios. Esse paraíso natural é repleto de lindas cachoeira, grutas, vales encantados e muita, muita água cristalina. Sem falar nos esportes radicais que podem ser praticados na Chapada: biking, rapel, mergulho, enfim, há uma infinidade de atrações. Se por acaso você ficar na dúvida, conheça todas!
Parque Nacional da Chapada Diamantina: protegido por lei!
O Parque Nacional da Chapada Diamantina foi fundado com a intenção de proteger a região - já muito prejudicada pela mineração e criação de gado - e incentivar o turismo e a pesquisa científica. O ecossistema atual da região é bem diferente do encontrado pelos primeiros bandeirantes que a exploraram. Grandes árvores foram derrubadas para facilitar a mineração, que também ocasionou a erosão do solo. A região é serrana, de topografia diversificada, onde nascem 90 por cento dos rios que formam as bacias do Paraguaçu, do Jacuípe e do rio de Contas. São milhares de quilômetros de águas cristalinas que brotam dos cumes, escorrem pelas serras em cachoeiras, desaguam em planaltos e planícies formando belíssimos poços e piscinas naturais. A beleza das águas é complementada por uma vegetação exuberante. Os dois pontos mais altos da Bahia estão na Chapada: o Pico do Barbado com 2.080 metros (o mais alto do nordeste) e o Pico das Almas com 1.958 metros.
E foi com o intuito de proteger essas riquezas naturais que foi criado em 1985, o Parque Nacional da Chapada Diamantina, preservando os ecossistemas da Serra do Sincorá. Para amantes do ecoturismo esta região é perfeita, pois a natureza está quase intocada e as pousadas procuram preservar o naturalismo. Aliás, o turismo ecológico consciente dá à Chapada as melhores características de um pólo de lazer que preserva a natureza.
A dúvida: Qual desses lugares é o mais lindo?
Lugares lindos é o que não falta na Chapada Diamantina. As belas cachoeiras e tobogãs naturais se formam com o desague dos rios e riachos, formados pelas águas das constantes chuvas vindas do litoral. Com tantas variedades de cachoeiras, grutas e morros fica difícil decidir qual local conhecer. Um dos lugares mais tradicionais da região são a Cachoeira da Fumaça, com quase 400 m de queda livre, e a Cachoeira do Sossego, como o próprio nome diz, é a paz que todos procuram. Para quem gosta de grutas, a Chapada é o lugar ideal, pois conta com várias, uma mais encantadora que a outra: Gruta do Lapão, Gruta da Lapa Doce, Gruta Azul e Gruta da Torrinha. Para entrar na disputa de qual lugar é mais lindo na Chapada, apresentamos os Poços, que vão desde o Azul até o Poço do Diabo.
O Morro do Pai Inácio, considerado o cartão-postal da Chapada Diamantina, oferece uma das vistas mais sensacionais da região, além de ser uma das mais belas também. Os 1.120 m de altitude do morro tem história, pois segunda a lenda um escravo engravidou a filha de um fazendeiro, fugiu das autoridades, subindo este morro. Lá do alto, Pai Inácio pulou com um guarda-chuva aberto, desaparecendo para sempre. É possível ir de carro pela BR-242 (30 km) ou por trilha de 6h a partir de Lençóis. A subida do morro leva de 20 a 30 minutos. Outros pontos que merecem visitas são: Serrano, complexo formado pelo Rio Lençóis e suas piscinas e caldeirões naturais; a corredeira do Ribeirão do Meio e os tradicionais Marimbus. O turista não pode deixar de visitar a vila de Xique-Xique de Igatú e a fonte Olho D´Água do Praia.
Suba, desça, escale, pule, cavalgue... aqui tudo isso é possível!
Os fãs de adrenalina não podem deixar a Chapada Diamantina fora de seus roteiros de viagens. O bom da Chapada é que o visitante tem a possibilidade de se aventurar em trilhas, rapel, mergulho, canyoning; e depois ainda pode descansar à vontade nas águas cristalinas da região. Não há um turista que não se surpreenda com o ritmo e com as atividades da Chapada Diamantina. Já que o assunto é atividade, nada melhor do que fazer uma boa caminhada. A trilha do Vale do Pati, é considerada a principal aventura da Chapada. É fato, não há um visitante que chegue a Chapada Diamantina e não fique na dúvida. São tantas atividades, atrativos, que o turista não sabe qual escolher. Caso a pessoa queira sentir adrenalina em suas veias, há opções de trekking/rappel, cavalgada, mergulho ou biking.
Lençóis é a “Capital do Diamante” e considerada por muitos turistas a base da Chapada Diamantina. Esta cidade conta, em suas ruas de pedra, parte da História do Brasil. Reduto do ecoturismo, Lençóis se abre em meio a uma natureza extravagante e diante da grande quantidade de serras e morros, como o Morro Pai Inácio, de onde é possível ter uma vista panorâmica de toda a região. A flora serrana formada por bromélias, orquídeas e sempre-vivas, proporcionam colorido especial a paisagem contrastando com espécies típicas da caatinga. Grutas, caniôns e uma imensidão de cachoeiras, cercadas pela vegetação de Mata Atlântica, completam o cenário local. Tombada pelo Patrimônio Histórico, Lençóis conserva viva a memória dos anos de exploração de garimpo.
Apesar de Lençóis ser considerada a cidade preferida dos turistas, a Chapada Diamantina traz outros municípios que contém muitas atrações naturais e que refletem os fatores históricos da região, cada uma com sua particularidade. A cidade de Mucugê, por exemplo, é conhecida entre os visitantes pela sua maior atração, um cemitério todo branco encravado nas rochas. O município de Rio de Contas é o mais antigo da região, tombado pelo Patrimônio Histórico e o de Jacobina, diz a lenda, foi palco de dois índios e por isso recebeu esse nome. A cidade de Palmeiras encanta por ter como principal atração a Cachoeira da Fumaça. Outros municípios que devem ser visitados são: Andaraí, onde fica o Poço Encantado; e Iraquara, conhecida como a cidade das grutas.
Uma das cachoeiras mais impressionantes do Brasil, com quase 400m de queda livre. Nos períodos mais secos, a água nem chega ao poço, dispersando-se no ar como fumaça. Para ver a Fumaça por cima, há uma trilha de 7km a partir da cidade de Capão. Para vê-la por baixo, só mesmo fazendo um trekking de 3 dias com um visual maravilhoso.
Cachoeira do Sossego
Cachoeira do Sossego
Concordando com o nome, a Cachoeira do Sossego é um lugar de imensa paz. A trilha de 7km, partindo de Lençóis, passa pelo leito do Rio Ribeirão e por um grande cânion. Quando chove não é possível chegar até lá.
Gruta do Lapão
Gruta do Lapão
Maior gruta em pedra quartizítica do Brasil, fica a 4,5 km de Lençóis por trilha. A travessia de 1 km por dentro da gruta deve ser feita com guia e demora cerca de 2h. O visual na saída é muito bonito.
Gruta da Lapa Doce
Gruta da Lapa Doce
São mais ou menos 24 km de extensão já mapeados repletos de estalactites e estalagmites, com formações curiosíssimas. Antigamente a gruta era passagem de um rio, por isso o nome Lapa Doce. Fica a 70 km de Lençóis, na região de Iraquara.
Gruta Azul
Gruta Azul
Bem próxima à Gruta da Pratinha está a pequena gruta com águas azuis, onde não é permitido tomar banho.
Poço Azul
Poço Azul
Semelhante ao Poço Encantado, porém menos exuberante. A vantagem é que aqui você pode tomar banho nas águas cristalinas. Foi encontrada dentro do Poço uma ossada de preguiça gigante, que está na Universidade Federal da Bahia. Fica a 110 km de Lençóis.
Poço do Diabo
Poço do Diabo
Ótimo para tomar banho e curtir o visual do cânion e da cachoeira. Quem quiser se arriscar, pode pular de várias alturas, inclusive de mais de vinte metros. Fica no rio Mucugezinho, a 20 km de Lençóis.
Ribeirão do Meio
Ribeirão do Meio
Corredeira que forma um tobogã natural, ótimo para escorregar. Descendo o rio, há o Ribeirão de Baixo, onde se encontra um caminho de garimpos. Fica a 4 km de Lençóis.
Xique-Xique de Igatú
Xique-Xique de Igatú
Da movimentada vila da época do garimpo restam apenas 400 moradores. O interessante são as ruínas de casas construídas de pedras. Fica a 114km de Lençóis.
Caminhadas e Trilhas
Caminhadas e Trilhas
Nada melhor do que fazer uma caminhada rodeado de belas paisagens. Na Chapada Diamantina isso é mais do que comum. Para os iniciantes, há trilhas feitas em um dia como as de Lençóis-Capão, com 23 km de serras e campos de orquídeas do vale do Rio Ribeirão, e Pai Inácio - Capão, com 18 km de campos gerais, serras e o Morrão. Quem curte mais agitação, a dica é o Trekking da Fumaça.
Trilha do Vale do Pati
Trilha do Vale do Pati
Outra trilha muito conhecida na região é a Trilha do Vale do Pati, considerada a principal aventura da Chapada Diamantina. É um caminho, ligando Lençóis à cidade de Andaraí, passando por Capão. São cerca de 70 km, atravessando rios, cânions, vales, cachoeiras, serras e gerais, sugerindo um resumo de todas as atrações da Chapada Diamantina. Se você preferir fazer a trilha de bike ou em um veículo 4x4 a melhor pedida é a trilha Lençóis-Andaraí. São 37 km de Off-Road, passando pela antiga estrada de terra do garimpo.
Trekking/Rappel
Trekking/Rappel
Você quer aventura? A Chapada Diamantina é o lugar certo! Como a região é serrana, de topografia diversificada, facilita a prática do esporte. O que não falta é opção: Morro do Camelo, do Pai Inácio, entre tantas outras.
Cavalgada
Cavalgada
Para quem gosta de andar a cavalo, nada melhor do que optar por cavalgar nas trilhas da Chapada. Nesse caminho o visitante divide espaço com belezas cinematográficas, cachoeiras, flores e como a atividade é ágil, o turista ganha tempo para aproveitar cada cantinho da região. As trilhas são as mesmas para as caminhadas.
Biking
Biking
É fato, não há um visitante que chegue a Chapada Diamantina e não fique na dúvida. São tantas atividades, atrativos, que o turista não sabe qual escolher. Caso a pessoa queira sentir adrenalina em suas veias, uma das opções é o biking. Hámuitas trilhas que cortam toda a região e permitem que o visitante curta belos cenários desse grande templo da natureza.
Rio de Contas
Rio de Contas
Rio de Contas é a cidade mais antiga da região (270 anos), sendo tombada pelo Patrimônio Histórico. Suas ruas são largas e floridas e dão espaço a antigos casarões coloniais. As construções centenárias que encantam os turistas são: os prédios do Paço Municipal, a antiga Casa de Câmara e Cadeia - onde funciona atualmente o Fórum -, a antiga Casa de Fundição, as igrejas matriz do Santíssimo Sacramento e de Santana (ambas do século XVIII), as capelas de Bom Jesus da Lapa e de São Sebastião (ambas do século XIX), e o único teatro construído na Chapada, o Teatro São Carlos. É em Rio da Contas que os montanhistas se divertem, pois os 3 pontos mais altos da Chapada estão lá: Pico das Almas, o do Itobira e o do Barbados. Rio de Contas está a 1.050m de altitude e possui um excelente clima, o que agrada bastante os visitantes.
Jacobina
Jacobina
Jacobina: Diz a lenda que a cidade levou esse nome por ter sido palco do romance de dois índios: Jacob e Bina. Assim como todas as cidades da Chapada, Jacobina apresenta inúmeros atrativos, tanto históricos quanto naturais. Conhecida também como Cidade do Ouro, devido a exploração das minas na época dos bandeirantes paulistas, Jacobina é o paraíso dos esportes radicais. Tem para todos os gostos: rapel, treking, biking, entre outros. Depois de muita aventura durante o dia, nada melhor do que curtir um som e um bom agito nos bares , boates e restaurantes de Jacobina.
Palmeiras
Palmeiras
Uma de suas principais atrações é a Cachoeira da Fumaça, que encanta a todos com seus 370m de altura e o intenso fluxo de água. Para os praticantes de rapel é com certeza a sétima maravilha do mundo. Palmeiras faz parte do Parque Nacional da Chapada Diamantina e ainda hoje concentra sua atividade econômica na exploração de diamantes, carbonatos, cristal de rocha e calcário.
Gruta da Torrinha
Gruta da Torrinha
Também em Iraquara, essa gruta foi aberta para visitação a poucos anos. É considerada a gruta mais bonita da Chapada Diamantina, rica em formações distribuídas em diversos salões. Quem quiser pode gastar um dia inteiro visitando a gruta.
Gastronomia
Próxima Parada: restaurantes
O turista que visita a Chapada Diamantina tem atrações 24 horas por dia! Porém, agora é hora de dar uma pausa nas aventuras e aproveitar tudo o que a culinária da Chapada Diamantina tem a oferecer. São diversos pratos e sabores para escolher o que mais lhe agrada. Depois de muitas caminhadas, prática de esportes e de muita bagagem cultural, a próxima parada é em algum dos restaurantes da Chapada Diamantina. A culinária da região também segue os traços históricos, por meio de uma junção das influências de escravos e garimpeiros que viveram por lá nos séculos XVII e XVIII, respectivamente.
Gastronomia de Peso
Pode-se dizer que a gastronomia da Chapada Diamantina tem muita sustância, por isso, o visitante deve esquecer a dieta e aproveitar para saborear as delícias da região. Um dos pratos mais tradicionais da região é a galinha ao molho pardo, acredite, feita com o sangue da própria ave; além da carne-de-sol, entre outros. Os acompanhamentos ficam por conta do arroz com pequi, ensopado de carne-seca com banana verde, também chamado de godó de banana e abóboras. Então fica a dica aos viajantes, comidas como essa repõem todas as energias gastas nas visitas e atvidades físicas realizadas.
Fonte:
Site Guia Chapada Diamantina - www.guiachapadadiamantina.com.br
Compras
Curiosidades
Um cemitério diferente
Assim como todo lugar deslumbrante, a Chapada Diamantina traz algumas curiosidades. Para se ter uma idéia, um dos pontos turísticos da Chapada Diamantina é um cemitério. Isso mesmo, a região além de muita diversidade em sua fauna e flora, traz peculiaridades que são só dela. Cachoeiras, morros, lagoas e outros atrativos fazem deste um dos destinos mais exóticos e aventureiros do Brasil. O exotismo da Chapada Diamantina chega ao extremo de oferecer, entre os principais pontos turísticos de Mucugê, o cemitério de Santa Isabel, que chama a atenção pelo estilo bizantino, ao lado de aparições esporádicas de naves intergaláticas, vistas por muitos e até fotografadas na serra do Capa Bode. O cemitério foi construído no final de século XIX, encravado na rocha, onde destaca-se a brancura das torres, cuidadosamente trabalhada contra o cinza da pedra, lembrando um presépio.
As curiosidades da Flora e Fauna da Chapada
É nesta região serrana, de topografia diversificada, que nascem rios que formam as principais bacias do Estado. São quilômetros de águas cristalinas que brotam dos cumes, escorrem pelas serras em cachoeiras, desaguam em planaltos e planícies, formando belíssimos poços e piscinas naturais, além de uma valiosa flora e fauna existente. A beleza das águas é complementada por uma vegetação exuberante que mistura espécies cactáceas da caatinga com raros exemplares da flora serrana, especialmente bromélias, mais de 50 tipos de orquídeas e sempre-vivas. Reduto de belezas naturais, a Chapada abarca uma diversidade de flora e fauna. Há espécies animais raras, como o tamanduá bandeira, tatu canastra, porcos espinhos, gatos selvagens, capivaras e inúmeros tipos de pássaros e cobras.
Fonte:
Site Guia Chapada Diamantina - www.guiachapadadiamantina.com.br