Uma viagem para Coreia do Sul é a imersão perfeita entre o passado e o futuro. Conhecida globalmente pelos doramas e grupos de K-Pop, o país oferece palácios milenares ao lado de arranha-céus, tecnologia de ponta, a febre do K-Beauty e uma gastronomia única. Brasileiros não precisam de visto para turismo de até 90 dias, apenas da autorização K-ETA.
Se você já passou madrugadas maratonando uma série asiática na TV ou tem uma playlist repleta de sucessos que misturam coreografias impecáveis e refrões chicletes, o seu próximo destino dos sonhos já tem nome e endereço. Fazer uma viagem para Coreia do Sul deixou de ser um plano exótico de nicho e se tornou um dos maiores desejos dos viajantes brasileiros.
A Onda Coreana — fenômeno cultural globalmente conhecido como Hallyu — invadiu o Brasil de forma avassaladora. Hoje, o país asiático dita tendências na música (com os gigantes do K-Pop), no entretenimento (com os emocionantes doramas), na estética e na gastronomia.
Mas o que faz da Coreia do Sul um lugar tão fascinante vai muito além das telas. Ao desembarcar na península, o viajante se depara com um país onde palácios milenares dividem o mesmo quarteirão com arranha-céus futuristas, e onde o respeito absoluto às tradições convive em perfeita harmonia com a tecnologia de ponta.
Você vai ver tudo neste conteúdo completo da CVC. Das ruas iluminadas por neon em Seul às paisagens românticas da Ilha de Jeju, descubra tudo o que você precisa saber para planejar a sua aventura pela Ásia.
Índice
- Por que a Coreia do Sul é o destino do momento?
- O choque perfeito entre o antigo e o novo
- A meca da cultura pop
- Segurança e conectividade impecáveis
- Roteiro Pop e Cultural: onde ir e o que fazer
- Seul: a Capital que nunca dorme
- Busan: a joia do litoral
- Ilha de Jeju: O Havaí Coreano
- Experiências sensoriais: K-Beauty e K-Food
- A febre do K-Beauty (cosméticos e skincare)
- A imersão na K-Food (gastronomia)
- Planejamento prático: o que saber antes de uma viagem para Coreia do Sul?
- 1. Como chegar?
- 2. O Idioma
- 3. Navegação e Internet (o grande segredo)
- Perguntas Frequentes sobre a viagem para Coreia do Sul
- 1. Quanto custa uma viagem para a Coreia do Sul?
- 2. Qual o valor para ir do Brasil para a Coreia do Sul?
- 3. Qual a melhor época para ir à Coreia do Sul?
- 4. O que o brasileiro precisa para entrar na Coreia do Sul?
Por que a Coreia do Sul é o destino do momento?
Viajar para o outro lado do mundo exige planejamento, mas a Coreia do Sul recompensa cada hora de voo com uma experiência transformadora.
O país oferece uma mistura perfeita que atende tanto àqueles que viajam em busca de cenários super estéticos e cultura pop, quanto aos aventureiros de plantão apaixonados por tecnologia e gastronomia de rua.

O choque perfeito entre o antigo e o novo
No centro de Seul, você pode estar vestindo roupas tradicionais da Dinastia Joseon e, cinco minutos depois, entrar em uma loja-conceito de eletrônicos ou em um café automatizado servido por robôs. Essa dualidade é a alma do país.
A meca da cultura pop
Se você é fã, o país é um verdadeiro parque de diversões. É possível visitar as sedes das grandes empresas de entretenimento, tirar fotos na K-Star Road, comprar álbuns exclusivos, sentar nos mesmos cafés que serviram de locação para seus doramas favoritos (como Itaewon Class ou Pousando no Amor) e, com sorte, esbarrar com gravações de rua.
Segurança e conectividade impecáveis
Para os viajantes que prezam pela tranquilidade, a Coreia do Sul é um alívio. É um dos países mais seguros do mundo, onde é comum ver pessoas deixando o celular na mesa da cafeteria para ir ao banheiro sem a menor preocupação.
Além disso, a infraestrutura é surreal: o metrô é incrivelmente limpo, pontual e coberto por uma das redes Wi-Fi mais rápidas do planeta.
Roteiro Pop e Cultural: onde ir e o que fazer
Um roteiro clássico pela Coreia do Sul geralmente foca em três grandes pólos: a capital vibrante, a maior cidade litorânea e a ilha paradisíaca.
Seul: a Capital que nunca dorme
Seul é o coração pulsante do país. Reserve pelo menos cinco dias inteiros para explorar suas diferentes facetas:
- Hongdae: O bairro universitário e epicentro da juventude. É o lugar perfeito para ver apresentações de rua (busking), com jovens fazendo covers de K-Pop com nível profissional. As ruas são repletas de lojas de roupas independentes, fliperamas, karaokês (os famosos Noraebangs) e cafés temáticos instagramáveis.
- Gangnam: Eternizado pelo hit global do cantor Psy, Gangnam é o bairro do luxo, da estética e dos grandes negócios. Não deixe de visitar o shopping subterrâneo COEX, que abriga a deslumbrante Starfield Library, uma biblioteca gigantesca que é parada obrigatória para fotos.
- Tradição em Bukchon Hanok Village: Quer se sentir dentro de um dorama de época (os chamados Sageuks)? Vá até esta vila que preserva centenas de casas tradicionais coreanas (hanoks).
- O Palácio Gyeongbokgung: Fica pertinho da vila. Dica de ouro: existem dezenas de lojas nos arredores que alugam o Hanbok (a vestimenta tradicional coreana). Se você chegar à bilheteria do palácio vestindo um Hanbok, a entrada é gratuita! Rende as fotos mais belas da viagem.
Busan: a joia do litoral
A apenas duas horas e meia de Seul a bordo do trem-bala KTX (o mesmo do famoso filme Invasão Zumbi), Busan oferece uma vibe completamente diferente, mais praiana e descontraída.
- Haeundae Beach: A praia mais famosa do país, cercada por arranha-céus modernos e vida noturna agitada.
- Gamcheon Culture Village: Conhecida como a “Santorini da Coreia” ou a “Machu Picchu de Busan”, é uma vila construída em degraus nas montanhas, cheia de casinhas coloridas, mirantes espetaculares, murais de arte de rua e a famosa estátua do Pequeno Príncipe.
Ilha de Jeju: O Havaí Coreano
A Ilha de Jeju é o destino número um dos casais sul-coreanos em lua de mel e o refúgio constante dos personagens de doramas quando precisam “fugir de Seul”. Fica a um voo curtinho de distância (a rota Seul-Jeju é uma das mais movimentadas do mundo).

A ilha é um paraíso de beleza natural, com formações rochosas vulcânicas, cachoeiras que caem diretamente no mar e praias de águas cristalinas, além das icônicas estátuas de pedra vulcânica, os Dolhareubang.
Experiências sensoriais: K-Beauty e K-Food
Sua viagem para Coreia do Sul não estará completa sem mergulhar nestes dois universos que conquistaram o ocidente:
A febre do K-Beauty (cosméticos e skincare)
A rotina de beleza coreana, famosa pelos seus “10 passos”, revolucionou a dermatologia mundial. Se você ama cuidar da pele, o bairro de Myeongdong, em Seul, será o seu paraíso.
As ruas são enfileiradas com dezenas de lojas de cosméticos que oferecem produtos com ingredientes inovadores (como mucina de caracol e centelha asiática), máscaras faciais e maquiagem de altíssima qualidade. Os vendedores costumam distribuir amostras grátis nas calçadas para atrair os clientes!
A imersão na K-Food (gastronomia)
A culinária coreana é vibrante, apimentada e pensada para ser compartilhada:
- Comida de Rua (Street Food): Os famosos carrinhos (Pojangmacha) vendem clássicos como o Tteokbokki (massa de arroz cilíndrica em molho picante), o Odeng (espetinho de peixe no caldo quente) e os Corndogs gigantes.
- Churrasco Coreano (Gogi-gui): Sentar-se a uma mesa com uma grelha no centro, assar fatias de carne de porco (Samgyeopsal), enrolá-las em folhas de alface com molhos e muito Kimchi (o tradicional fermentado de acelga), tudo acompanhado por brindes com Soju (o destilado mais popular da Ásia).
- A cultura do Chimaek: A genial junção de frango frito coreano incrivelmente crocante com cerveja (Maekju), uma combinação obrigatória para curtir a noite nas margens do Rio Han.
Planejamento prático: o que saber antes de uma viagem para Coreia do Sul?
Viajar para o outro lado do planeta exige uma logística precisa. Abaixo, detalhamos o básico para sua jornada:
1. Como chegar?
Não existem voos diretos do Brasil para a Coreia do Sul. O trajeto total costuma durar entre 25 e 35 horas, incluindo as conexões. As rotas mais populares são através do Oriente Médio (com a Emirates via Dubai, ou Qatar Airways via Doha) ou pelos Estados Unidos e Europa.
2. O Idioma
O idioma oficial é o coreano, escrito no alfabeto Hangul. No entanto, você não precisa ser fluente para se virar. Nas áreas turísticas de Seul, no metrô e nos aeroportos, a sinalização é toda bilíngue (coreano/inglês).
A dica de sobrevivência é baixar aplicativos de tradução como o Papago (o tradutor mais preciso para idiomas asiáticos) ou o Google Tradutor com a função de leitura de imagens habilitada para ler cardápios.
3. Navegação e Internet (o grande segredo)
Para se manter conectado, a opção mais prática é comprar um chip de internet (SIM Card) ou habilitar um eSIM logo no desembarque no Aeroporto de Incheon.

Atenção: Devido a leis de segurança nacional, o Google Maps não funciona perfeitamente para rotas a pé ou de carro na Coreia. É obrigatório baixar os aplicativos locais Naver Map ou KakaoMap (ambos têm versão em inglês) para traçar rotas e encontrar os metrôs.
Perguntas Frequentes sobre a viagem para Coreia do Sul
1. Quanto custa uma viagem para a Coreia do Sul?
O custo de vida e de turismo na Coreia do Sul é muito semelhante ao das capitais da Europa Ocidental. O maior peso no orçamento será, sem dúvidas, a passagem aérea, que pode representar mais de 50% do custo total da viagem. No entanto, o custo local pode ser bem adaptável: o transporte público é excelente e barato, há opções de refeições de rua econômicas, e os hotéis variam de hostels acessíveis a resorts de luxo.
2. Qual o valor para ir do Brasil para a Coreia do Sul?
As passagens aéreas de ida e volta (saindo de São Paulo para Seul) geralmente custam entre R$ 6.000 e R$ 10.000, dependendo da antecedência da compra, da companhia aérea e da época do ano. Optar por pacotes e aproveitar as condições de parcelamento estendido (como os oferecidos pela CVC) é a melhor forma de diluir esse investimento.
3. Qual a melhor época para ir à Coreia do Sul?
As meias-estações são imbatíveis.
A Primavera (março a maio) é deslumbrante devido ao clima ameno e ao florescer das cerejeiras, pintando o país de cor-de-rosa.
O Outono (setembro a novembro) é igualmente espetacular, com o céu muito azul e as folhagens ganhando tons intensos de vermelho, laranja e amarelo.
O Verão (julho e agosto) é muito quente e úmido (com chuvas intensas), e o inverno (dezembro a fevereiro) é rigorosamente frio, com temperaturas negativas e neve.
4. O que o brasileiro precisa para entrar na Coreia do Sul?
Brasileiros viajando a turismo não precisam de visto para estadias de até 90 dias. É necessário apresentar um Passaporte Válido (com pelo menos seis meses de validade).
No entanto, é obrigatório solicitar o K-ETA (Korea Electronic Travel Authorization). Essa autorização eletrônica de viagem deve ser preenchida e paga online antes do embarque. Verifique sempre as regras oficiais antes da viagem, pois a exigência do K-ETA pode passar por isenções temporárias.
Fazer uma viagem para a Coreia do Sul é mergulhar de cabeça em uma cultura que reverencia o seu passado com o mesmo fôlego com que constrói o futuro.

Seja seguindo os passos dos seus ídolos do K-Pop, experimentando os cosméticos mais cobiçados do mundo ou visitando os locais exatos onde o seu dorama favorito foi gravado, a experiência é rica, segura e surpreendente do primeiro ao último dia.
Tirar esse sonho do papel não precisa ser um desafio burocrático. Na CVC, nós simplificamos a distância e entregamos o mundo nas suas mãos, com as melhores opções de aéreo e hotéis para o continente asiático.
Pronto para embarcar para a terra do Hallyu?
Bateu aquela vontade de explorar o mundo? Descubra mais dicas, roteiros e novidades exclusivas para planejar a sua próxima viagem perfeita. Continue a leitura de mais artigos disponíveis no Blog da CVC.
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