Ao pensar em uma viagem para Tailândia, saiba que os brasileiros não precisam de visto por até 90 dias, mas é obrigatório o Certificado Internacional de Vacinação contra Febre Amarela. A melhor época geral é de novembro a fevereiro (fresco e seco). A moeda é o Baht (THB).
Fazer uma viagem para Tailândia é, muitas vezes, o rito de passagem de todo viajante que decide explorar a Ásia pela primeira vez.
O antigo Reino de Sião oferece uma combinação quase impossível de encontrar em outros lugares do mundo: templos dourados que tocam o céu, praias de água azul-turquesa que parecem feitas no Photoshop, uma culinária que desperta todos os sentidos e um custo de viagem que faz o seu dinheiro render muito mais do que na Europa ou na América do Norte.
No entanto, a Tailândia não é apenas “praia e pad thai”. É um país de contrastes intensos. Do caos vibrante de Bangkok, com seus tuk-tuks ziguezagueando entre arranha-céus futuristas, à paz espiritual dos mosteiros em Chiang Mai e o silêncio das ilhas isoladas, há um universo a ser descoberto.
Mas, para o brasileiro, essa viagem exige planejamento. Estamos falando de um destino do outro lado do mundo, com fuso horário invertido, clima regido por monções (que podem arruinar suas férias se você escolher o lado errado da costa) e regras sanitárias específicas.
Pensando nisso, trouxemos um conteúdo completo de viagem para Tailândia para você entender tudo sobre o país e se programar melhor. Continue a leitura para saber mais com a CVC.
Índice
- Burocracia e saúde: o passo a passo obrigatório para brasileiros
- Visto e passaporte
- O monstro da febre amarela
- Seguro-viagem
- Quando ir: entendendo as monções
- 1. Alta temporada (cool season): novembro a fevereiro
- 2. Verão (hot season): março a maio
- 3. Temporada de chuvas (rainy season): a pegadinha geográfica
- Planejamento financeiro: quanto custa uma viagem para a Tailândia?
- A moeda: Baht (THB)
- Estimativa de gastos de uma viagem para a Tailândia
- O mapa da mina: principais regiões e o que fazer
- 1. Bangkok: a capital eletrizante
- 2. O norte: Chiang Mai e Chiang Rai
- 3. As ilhas do sul: o paraíso na terra
- 4. Ayutthaya: a história próxima
- Roteiros sugeridos em uma viagem para a Tailândia
- Roteiro de 7 dias (o básico rápido):
- Roteiro de 10 a 12 dias (o clássico):
- Roteiro de 15 dias ou mais (a imersão):
- Transporte: como se locomover no caos organizado?
- Etiqueta, cultura e golpes mais comuns
- Mas nem tudo são flores, fique atento aos golpes!
- Gastronomia: muito além do pad thai
- A sua viagem para a Tailândia tem que ser com a CVC
- Mais sobre a viagem para a Tailândia
- 1. Quanto custa uma viagem para a Tailândia?
- 2. Qual é a melhor época para viajar para a Tailândia?
- 3. O que o brasileiro precisa para entrar na Tailândia?
- 4. Quanto gasta 7 dias na Tailândia?
- 5. Qual é o mês mais barato para ir à Tailândia?
Burocracia e saúde: o passo a passo obrigatório para brasileiros
Antes de comprar a passagem, você precisa entender as regras do jogo. A Tailândia é muito receptiva, mas rigorosa com a documentação sanitária de quem vem da América do Sul.

Visto e passaporte
- Visto: a boa notícia é que brasileiros não precisam de visto para viagens de turismo por até 90 dias. Você ganha o carimbo de entrada na imigração.
- Passaporte: deve ter validade mínima de 6 meses a partir da data de entrada. Se o seu vence em 5 meses, você não embarca. Não arrisque.
- Comprovantes: tenha em mãos (impresso ou no celular) a passagem de volta e a reserva de hospedagem pelo menos para os primeiros dias. Embora nem sempre peçam, é a regra oficial.
O monstro da febre amarela
Este é o ponto em que muitos brasileiros erram. A Tailândia exige o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) contra a Febre Amarela.
- A vacina deve ser tomada com pelo menos 10 dias de antecedência do embarque.
- O certificado: não adianta levar a carteirinha do posto de saúde. Você precisa emitir o certificado internacional no site do Gov.br.
- O health control: ao chegar no aeroporto na Tailândia (geralmente Suvarnabhumi, em Bangkok), ANTES de ir para a fila da imigração, você deve procurar o balcão do “Health Control”. Você preencherá um formulário, entregará seu passaporte e o CIVP. Eles vão carimbar seu passaporte validando a saúde. Só com esse carimbo você pode ir para a fila da imigração. Sem ele, você será barrado.
Seguro-viagem
Não é obrigatório por lei, mas é indispensável. A comida asiática é condimentada (o famoso “Thai Stomach” pode acontecer), o trânsito é caótico e o calor é intenso. O sistema de saúde privado na Tailândia é excelente, mas caríssimo. Um seguro custa uma fração do valor de uma internação.
Quando ir: entendendo as monções
A pergunta “qual é a melhor época para ir à Tailândia?” tem uma resposta complexa: depende de para onde você vai. O país tem três estações principais e regimes de chuva que mudam conforme a costa.
1. Alta temporada (cool season): novembro a fevereiro
É o “filé mignon” do clima. Chove pouco, o céu é azul e o calor é suportável (média de 30°C).
- Prós: Clima perfeito em quase todo o país. Mar calmo no Mar de Andaman (Phi Phi, Phuket).
- Contras: Preços mais altos, hotéis lotados e atrações cheias. É o auge do turismo.
2. Verão (hot season): março a maio
Prepare-se para suar. As temperaturas passam facilmente dos 35°C ou 40°C, com sensação térmica ainda maior em Bangkok.
- Prós: o Festival Songkran (Ano-Novo Tailandês) acontece em abril, uma guerra de água gigante nas ruas.
- Contras: o calor pode ser exaustivo para caminhadas em templos.
3. Temporada de chuvas (rainy season): a pegadinha geográfica
As chuvas não acontecem ao mesmo tempo em todo o país.
- Costa Oeste (Mar de Andaman): inclui Phuket, Krabi, Phi Phi, Railay. As monções aqui são fortes de maio a outubro. O mar fica agitado, muitos passeios de barco são cancelados e chove com frequência.
- Costa Leste (Golfo da Tailândia): inclui Koh Samui, Koh Tao, Koh Phangan. Aqui, a chuva pesada cai mais tarde, entre outubro e dezembro. Ou seja, de maio a setembro, enquanto chove em Phi Phi, costuma fazer sol em Samui.
Em resumo, para garantir sol em todo o país, vá entre janeiro e março. Se for em julho (férias escolares do Brasil), foque o Golfo da Tailândia (Samui/Tao) e evite o mar agitado de Phi Phi.

Planejamento financeiro: quanto custa uma viagem para a Tailândia?
A Tailândia é famosa por ser um destino barato, mas os preços subiram nos últimos anos. Ainda assim, o poder de compra do brasileiro é muito maior lá do que na Europa ou EUA.
A moeda: Baht (THB)
- Cotação: varia, mas historicamente R$ 1,00 compra entre 6 e 7 Bahts (verifique a cotação do dia).
Que moeda levar? O Real não é aceito. Leve dólares americanos ou euros.
Uma dica de ouro que podemos indicar é: leve notas novas de dólar (emitidas após 2013, sem riscos ou rasgos). As casas de câmbio tailandesas recusam notas velhas ou amassadas. Notas de US$ 50 e US$ 100 têm cotação melhor do que notas pequenas.
Estimativa de gastos de uma viagem para a Tailândia
Considerando um viajante que fica em hotéis 3 ou 4 estrelas, come em restaurantes com ar-condicionado (mas também prova comida de rua) e faz os passeios principais:
- Hospedagem: hotéis excelentes custam entre R$ 250 e R$ 500 a diária para o casal. Resorts de luxo (que custam mil dólares nas Maldivas) podem custar R$ 800/R$ 1.000 na Tailândia.
- Alimentação: um pad thai na rua custa cerca de 60-80 THB (R$ 10). Uma refeição em um restaurante bom sai por 300-500 THB (R$ 45-75).
- Massagem: uma hora de massagem nos pés ou Thai Massage custa entre 250 e 500 THB (R$ 40 a R$ 80). Dá para fazer todo dia!
- Transporte: o metrô/skytrain é barato (R$ 3 a R$ 8). Tuk-tuks são para turistas e custam mais caro (negocie sempre).
Resumo: excluindo a passagem aérea, um casal gasta confortavelmente cerca de US$ 100 a US$ 150 por dia (total para os dois) para viver como reis.
O mapa da mina: principais regiões e o que fazer
A Tailândia se divide em três grandes polos de turismo: a capital, as montanhas do norte e as ilhas do sul.
1. Bangkok: a capital eletrizante
Ame ou odeie, mas não ignore. Bangkok é intensa.
- Grand Palace e Wat Phra Kaew: a residência real e o Buda de Esmeralda. Vá cedo para evitar o calor e multidões (código de vestimenta rigoroso: calça comprida e ombros cobertos).
- Wat Arun: o Templo do Amanhecer, na beira do rio Chao Phraya. Lindo no pôr do sol.
- Khao San Road: a rua dos mochileiros. Barulho, música, espetinho de escorpião e massagem na calçada. Vale a visita à noite para ver o caos.
- Rooftops: Bangkok tem bares no topo de prédios incríveis (como o Sirocco, do filme “Se Beber, Não Case 2”). Drink caro, vista impagável.
2. O norte: Chiang Mai e Chiang Rai
A alma cultural do país. Menos trânsito, mais espiritualidade.
- Chiang Mai: a cidade dos templos (são mais de 300). O Doi Suthep fica no alto de uma montanha com vista para a cidade.
- Santuários de elefantes: a experiência mais emocionante. Mas atenção, NUNCA monte um elefante. Procure santuários éticos (“no riding”), em que você apenas se alimenta, caminha ao lado e observa os animais resgatados de trabalhos forçados.
- Chiang Rai: bate-volta para ver o White Temple (Wat Rong Khun), uma obra de arte contemporânea surrealista, e o Templo Azul.

3. As ilhas do sul: o paraíso na terra
Aqui, a dúvida é cruel: para qual ilha ir?
- Phi Phi Islands: o cartão-postal. Maya Bay (praia do filme “A Praia”) é deslumbrante, mas cheia. A vida noturna na ilha principal (Phi Phi Don) é agitada.
- Railay Beach (Krabi): acessível apenas por barco, cercada por falésias calcárias gigantes. Clima mais relax, visual jurássico.
- Phuket: a maior ilha. Tem aeroporto internacional, shoppings e trânsito. É a base mais prática, mas as praias centrais (Patong) são muito urbanas. O ideal é ficar nas praias mais afastadas.
- Koh Tao e Koh Samui (Golfo): Tao é a meca do mergulho (barato e lindo). Samui é a ilha dos resorts de lua de mel e famílias.
4. Ayutthaya: a história próxima
A antiga capital, destruída pelos birmaneses, fica a 80 km de Bangkok. As ruínas dos templos e a famosa cabeça de Buda entre as raízes de uma árvore são Patrimônio da UNESCO.
Roteiros sugeridos em uma viagem para a Tailândia
A cidade é bem grande, e você deve estar se perguntando agora como vai encaixar tudo isso para conseguir aproveitar tudo o que foi citado até aqui. Por conta disso, trouxemos um roteiro dividido para você escolher o melhor.
Roteiro de 7 dias (o básico rápido):
- Dias 1-3: Bangkok (templos e rooftops).
- Dias 4-7: escolha UMA base de praia (Krabi ou Phuket) e faça passeios de barco para as ilhas (Phi Phi, James Bond Island).
- Veredito: corrido, mas dá para sentir o gosto.
Roteiro de 10 a 12 dias (o clássico):
- Dias 1-3: Bangkok.
- Dias 4-6: Chiang Mai (santuário de elefantes e templos).
- Dias 7-11: Ilhas (Phi Phi + Railay).
- Dia 12: Retorno.
- Veredito: O melhor equilíbrio entre cultura e praia.
Roteiro de 15 dias ou mais (a imersão):
- Adicione Ayutthaya (bate-volta de Bangkok), Chiang Rai (bate-volta de Chiang Mai) e explore o outro lado da costa (Koh Tao/Samui) se o clima permitir.
Transporte: como se locomover no caos organizado?
Locomover-se na Tailândia pode parecer um desafio à primeira vista, mas existe uma lógica organizada que facilita muito a vida do turista.
Nas grandes cidades, especialmente em Bangkok, a regra de ouro para fugir do trânsito é utilizar o skytrain (BTS) e o metrô (MRT). Modernos e pontuais, eles são seus melhores amigos para cruzar a cidade rápido e com um ar-condicionado potente que salva nos dias de calor.
Quando os trilhos não alcançarem seu destino, a recomendação número um é usar o Grab, o aplicativo equivalente ao Uber no sudeste asiático. Baixe-o antes de viajar para garantir corridas com preço fixo, evitando golpes comuns de taxistas, e escolha entre carro ou moto conforme a pressa.
Já o icônico tuk-tuk deve ser encarado mais como uma atração turística folclórica do que um meio de transporte eficiente; vale a pena pela experiência e pela foto, mas prepare-se para negociar o preço antes de embarcar e lidar com o barulho e a fumaça das ruas.
Para as viagens mais longas entre cidades, o avião costuma ser a melhor escolha, graças à vasta oferta de companhias low-cost, como AirAsia, Nok Air e Bangkok Airways.

Elas oferecem tarifas excelentes, mas exigem atenção redobrada na hora da compra: a franquia de bagagem despachada quase sempre é cobrada à parte e a fiscalização de peso é rigorosa.
Por fim, para acessar as ilhas paradisíacas, parte do trajeto será feita necessariamente pelo mar. O transporte varia entre ferries (balsas grandes e mais estáveis) e speedboats (lanchas rápidas que batem mais). Se você tem sensibilidade ao balanço do mar, a dica de ouro é tomar um remédio para enjoo antes de subir a bordo.
Etiqueta, cultura e golpes mais comuns
O tailandês é extremamente gentil, mas existem regras sociais e “espertinhos”. Fique atento a alguns pontos relacionados à etiqueta para não cometer gafes no país:
- Templos: ombros e joelhos cobertos sempre (homens e mulheres). Leve um lenço na bolsa. Tire os sapatos antes de entrar.
- Cabeça e pés: a cabeça é a parte mais sagrada do corpo (nunca toque na cabeça de ninguém, nem de crianças). Os pés são a parte mais “suja” (nunca aponte os pés para Buda ou para uma pessoa).
- Monarquia: o rei é venerado. Nunca fale mal da família real e trate as notas de dinheiro (que têm a foto do Rei) com respeito.
Mas nem tudo são flores, fique atento aos golpes!
O Grand Palace está fechado e é um dos golpes mais conhecidos. Um motorista de tuk-tuk diz que o templo está fechado para uma cerimônia budista (“Buddhist Holiday”) e se oferece para te levar em outro lugar (loja de ternos ou joias). É mentira. O templo quase nunca fecha. Agradeça e vá até a bilheteria oficial.
Além disso, tem o Golpe do Jet Ski. Você aluga um jet ski e, na devolução, eles cobram danos preexistentes. Se alugar, fotografe tudo antes.
Gastronomia: muito além do pad thai
Comer na Tailândia é uma religião. A comida de rua é segura se estiver fresca e feita na hora (fogo alto mata bactérias).
- Pad thai: macarrão de arroz frito com molho de tamarindo, ovo, amendoim e camarão/frango. O clássico.
- Green curry (Gaeng Keow Wan): curry verde com leite de coco. Atenção: costuma ser bem apimentado.
- Som tam: salada de mamão verde. Refrescante, azeda e… muito apimentada! Peça “no spicy” ou “little spicy” se não aguentar.
- Mango sticky rice (Khao Niao Mamuang): a sobremesa nacional. Arroz-doce grudento com leite de coco e manga fresca. Divino.
- Água: nunca beba da torneira. Apenas engarrafada. O gelo, se for aquele furadinho no meio (industrial), é seguro.
A sua viagem para a Tailândia tem que ser com a CVC
Organizar uma viagem para a Tailândia por conta própria é um quebra-cabeça. Envolve coordenar voos internos, horários de ferry, transfers do píer para o hotel (que, muitas vezes, é acessível apenas por barco), barreira do idioma e riscos de golpes.
Quando você fecha um pacote com a CVC, a logística complexa vira problema nosso, não seu. Você terá transfers esperando no aeroporto e no porto, hotéis selecionados e suporte em caso de imprevistos. Sua única preocupação será escolher entre um suco de melancia ou uma água de coco na beira da piscina.
A Tailândia é o destino da vida. Com o planejamento certo, será a viagem que você vai querer repetir para sempre.
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Mais sobre a viagem para Tailândia
1. Quanto custa uma viagem para a Tailândia?
O custo varia, mas a parte terrestre (hotéis, comida, passeios) é barata. Um casal gasta confortavelmente cerca de US$ 100 a US$ 150 por dia para ter um padrão alto. O item mais caro costuma ser a passagem aérea internacional.
2. Qual é a melhor época para viajar para a Tailândia?
De novembro a fevereiro é a época mais fresca e seca em quase todo o país. É ideal para visitar Bangkok, Chiang Mai e as ilhas do Mar de Andaman (Phi Phi/Phuket).
3. O que o brasileiro precisa para entrar na Tailândia?
Passaporte com validade mínima de 6 meses, passagem de volta e, obrigatoriamente, o Certificado Internacional de Vacinação contra Febre Amarela (CIVP), que deve ser validado no balcão de controle de saúde antes da imigração.
4. Quanto gasta 7 dias na Tailândia?
Excluindo o aéreo internacional, um viajante econômico gasta cerca de US$ 350-400 em 7 dias. Um viajante perfil conforto gasta cerca de US$ 700-900.
5. Qual é o mês mais barato para ir à Tailândia?
Os meses de maio, junho, setembro e outubro (baixa temporada/monções) são os mais baratos. Se for nessa época, prefira as ilhas do Golfo da Tailândia (Samui) para tentar fugir da chuva.
A Tailândia é muito mais do que um destino de férias; é uma experiência sensorial que transforma quem a visita. Do caos organizado de Bangkok à paz absoluta de uma praia em Phi Phi, o país ensina que é possível encontrar harmonia nos contrastes. É o lugar em que o luxo é acessível, a comida é uma festa e o sorriso é a linguagem universal.

Não deixe que a burocracia da vacina ou o receio das monções te impeçam de viver isso. Com o planejamento certo e as informações que você acabou de ler, sua única obrigação será relaxar e agradecer. Khob khun krap/ka (Obrigado), Tailândia!
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